Meu sol, minha lua, minha estrela, meu imenso céu azul. Meu raiar matinal, minha fresca e leve brisa, meu pôr-do-sol. Meu par, meu diamante, meu tesouro. Minha parte, minha metade, minha alma gémea. Meu reflexo, meu doce. Meu sorriso, meu riso, meu toque. Meu olhar e escutar, meu tudo. Meu mais que tudo. Minha alegria estonteante, minha eterna doçura. Nosso nós, nosso amor onde 1 + 1 = 1, sempre. ♥
stop for a minute, please
domingo, 22 de janeiro de 2012
domingo, 17 de julho de 2011
Limites
Mesmo quando não tens razão, estou do teu lado. Permaneço calada. Sofro a dobrar. Por ti e por mim. Sofro por te amar e por vezes não reconheceres, por machucares o sentimento e deitares fora. Sofro quando vês que me estou a afastar e me queres de volta, por quando eu estou longe tu dares-te conta de tudo o resto. Mas aprende que as pessoas têm limites e o meu já foi ultrapassado.
(...)
Toca mas não sente, olha mas não vê, apresenta-se sem se fazer notar, age sem compromisso, agradece sem segundas intenções, faz sem obrigação, ama por querer dar e não por só querer ser recompensado. Ama por ser puro e real, ama por gostares realmente.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
T ♥
O que mais quero é fazer isto frente-a-frente, dizer-te todas estas coisas bonitas olhando-te nos olhos, para sentires que as palavras que saem do meu coração entram no teu e não saem mais de lá são abraçadas, presas para sempre. Quero guardar em mim, seja em que recanto for, a lembrança de cada beijo, o sabor de cada momento, o calor de dois corpos ardentes em amor que se unificam, que amam e amaram eternamente.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Rotina
Mais um dia vivo, mais um dia existo. Mais uma vez acho que levantar-me é só mais um elemento da minha rotina, que sair à rua e ver sempre as mesmas coisas, as mesmas pessoas é só mais um motivo de distracção, mas que acaba por me tornar monótona. Mais uma vez sinto que afinal é só mais um dia, amanhã virá outro e ainda outro.
Acho-me desinteressante, rotineira, sem nenhuma ciência, tal como a vida. Ainda me questiono o que ando aqui a fazer, quando já devia ter percebido que não adianta perguntar. Ainda procuro em mim, a razão do meu viver, ainda vasculho no meu ser o valor que tenho, mas vou percebendo que preciso de um espelho para tal. Preciso de andar, correr, saltar, sair de casa, fazer a coisa mais banal, mas que afinal dá algum sentido a tudo isto que além de nos manter vivos, faz girar a Terra. Afinal, a rotina faz parte de tudo o que é vivo. Não te queixes por fazeres sempre o mesmo, mas orgulha-te de o fazer, de seres vivo.
Muitos gostariam de levar uma vida como a nossa, ou simplesmente vivê-la e já não podem. Não te rebaixes por achares que és inferior, por pensares que a tua vida é algo que merecia ser apenas uma brisa, ninguém é menos que ninguém, todos nós somos o máximo de alguém, nem que seja só de nós próprios. A tua existência é contada a cada segundo que passa, aproveita.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Reflexo distorcido do Passado
Já nada hoje é como antigamente. As flores nas varandas, nas casacas dos grandes senhores, a grande euforia de companheirismo pelas ruas, a cortesia perante as senhoras. Hoje as flores ainda são uma abundância, mas não numa cidade movimentada e stressada. As flores nas casacas dos homens tornaram-se em acessórios de moda, os grandes vestidos rodados e de luxo das senhoras transformaram-se na nossa tão conhecida mini-saia, o calção e top e os vestidinhos curtos de linho. A euforia pelas ruas continua, os abraços e sorrisos de saudação permanecem, mas nos nossos dias a sociedade acusa-se de provocar a tão vulgar poluição sonora, pouco ou nenhum respeito pelos outros, falta de civismo... mas afinal, a felicidade terá de ser assim tão severamente recusada?
Não, é a resposta. Os abusos acontecem, as pessoas excedem-se, os erros cometem-se, as desculpas pedem-se e os desacatos pagam-se caro. Visões constrangedoras mas o Mundo está assim.
Mais uma vez sabes que me sento no meu recanto e desta vez debruço-me sobre um interesante livro que me conta a história de uma sociedade antepassada. Com todos os conhecimentos, origens, reflexos, momentos de transe e soberania, um piscar de olhos fulminante acorda-me de um sonho leve e desvanecido perdido na minha mente. E realmente nada é como antigamente. Aliás até é, mas um reflexo distorcido do que foi o passado. Não me orgulho nem me desiludo com tudo o que é de hoje apenas o acho diferente. Continua a ser a nossa casa, o nosso mundo, nada mais do que isso. E se houve mudanças, e essas aconteceram, os únicos responsáveis somos nós, seres complexos de uma sociedade muda e extrema em constante mudança.
Não, é a resposta. Os abusos acontecem, as pessoas excedem-se, os erros cometem-se, as desculpas pedem-se e os desacatos pagam-se caro. Visões constrangedoras mas o Mundo está assim.
Mais uma vez sabes que me sento no meu recanto e desta vez debruço-me sobre um interesante livro que me conta a história de uma sociedade antepassada. Com todos os conhecimentos, origens, reflexos, momentos de transe e soberania, um piscar de olhos fulminante acorda-me de um sonho leve e desvanecido perdido na minha mente. E realmente nada é como antigamente. Aliás até é, mas um reflexo distorcido do que foi o passado. Não me orgulho nem me desiludo com tudo o que é de hoje apenas o acho diferente. Continua a ser a nossa casa, o nosso mundo, nada mais do que isso. E se houve mudanças, e essas aconteceram, os únicos responsáveis somos nós, seres complexos de uma sociedade muda e extrema em constante mudança.
sábado, 14 de agosto de 2010
The best.
"Esquece o mundo e os outros, abstrai-te de tudo, lembra-te de ti e de mim, relembra tudo como um só". Esquece tudo o que te rodeia, centra-te em ti, lembra-te de ti como sempre foste e lembra-te de mim como me conheceste, relembra como tudo começou, se mantém e ainda continua, relembra-nos como um só ser de corpo e alma. Lembra-te de cada palavra, cada sorriso, cada riso, o significado de cada acção partilhada. Uma amizade construída e criada, mais forte do que tudo o resto, e tão simples como tanta outra coisa. E por mais que não relembres sempre, por mais vezes que o digamos ou façamos, nunca te esqueças de uma coisa: eu amo-te.
Semelhanças
Senta-te e olha à tua volta, diz-me o que vês. Lá fora uma cidade atarefada, cheia de stress, poluição e coisas mesquinhas. Um pouco mais ao lado, uma clareia rica numa vida sã e num sentimento de alegria e conspiração saudável únicos. Do outro lado o mar, aquela imensidão de água de uma pureza e limpidez resplandecentes.
Então e dentro de ti? De mim? De todos estes seres tão aparentemente semelhantes? Descansa, não é nada mais do que um pouco do reflexo de tudo o que vês. O tormento no teu interior, o stress do teu dia-a-dia, aquelas chatices e os mexericos que só servem para aborrecer, é poluição certa para a tua paz e “encher o saco”.
Aqueles momentos em que te aconchegas no recanto que mais gostas da tua casa, enquanto fazes algo que realmente gostas, onde elevas os teus pensamentos e desejos aos lugares mais imprevisíveis, onde te soltas e te sentes verdadeiramente livre, onde te assemelhas a um pequeno animal curioso e aventureiro numa nova casa onde se sente realmente feliz e consolado. E o mar, esse. Aquela grande corrente de sentimentos e desejos fugazes que te percorre incansavelmente e te faz saciar por mais.
Olha o exterior, observa o teu interior. Descobre que afinal não és assim tão diferente do mundo onde cresces, apenas és de aspecto modificado e cresces único. Afinal és filho da Terra Mãe, todos nós somos fruto dela.
Então e dentro de ti? De mim? De todos estes seres tão aparentemente semelhantes? Descansa, não é nada mais do que um pouco do reflexo de tudo o que vês. O tormento no teu interior, o stress do teu dia-a-dia, aquelas chatices e os mexericos que só servem para aborrecer, é poluição certa para a tua paz e “encher o saco”.
Aqueles momentos em que te aconchegas no recanto que mais gostas da tua casa, enquanto fazes algo que realmente gostas, onde elevas os teus pensamentos e desejos aos lugares mais imprevisíveis, onde te soltas e te sentes verdadeiramente livre, onde te assemelhas a um pequeno animal curioso e aventureiro numa nova casa onde se sente realmente feliz e consolado. E o mar, esse. Aquela grande corrente de sentimentos e desejos fugazes que te percorre incansavelmente e te faz saciar por mais.
Olha o exterior, observa o teu interior. Descobre que afinal não és assim tão diferente do mundo onde cresces, apenas és de aspecto modificado e cresces único. Afinal és filho da Terra Mãe, todos nós somos fruto dela.
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